A Polícia Civil do Rio de Janeiro localizou um cemitério clandestino utilizado pelo Comando Vermelho (CV) no Morro do Jordão, no bairro Tanque, Zona Sudoeste da capital fluminense. No local, uma área de mata fechada, os agentes encontraram um poço com cerca de 30 metros de profundidade, supostamente usado para o descarte de corpos de rivais do tráfico. Segundo as investigações, ao menos cinco pessoas foram mortas e jogadas dentro do buraco.
A descoberta foi feita por equipes da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), que receberam denúncias sobre um ponto de abandono de corpos na parte alta da comunidade. Com o apoio do Corpo de Bombeiros e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), os policiais chegaram ao local na terça-feira (21) e se depararam com o poço escavado e ossadas espalhadas pelo terreno.
De acordo com a polícia, o Comando Vermelho vinha travando disputas com milicianos pela região e, nos últimos meses, tomou o controle de diversas áreas da Zona Sudoeste - inclusive o Morro do Jordão, antes dominado por grupos paramilitares.
Uma semana após a descoberta do cemitério, a polícia do Rio deflagrou a Operação Contenção, uma das maiores já realizadas no estado. A ação conjunta das polícias Civil e Militar ocorreu na terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte, com o objetivo de combater a expansão territorial do Comando Vermelho e cumprir mais de 100 mandados de prisão contra integrantes e lideranças da facção, incluindo criminosos oriundos de outros estados, como o Pará.
A megaoperação mobilizou cerca de 2.500 agentes e resultou na apreensão de 93 fuzis, além da morte de 130 pessoas - entre elas, quatro policiais. Outras 81 foram presas, incluindo Thiago do Nascimento Mendes, o Belão, apontado como operador financeiro do CV no Complexo da Penha e braço direito do chefe da facção, Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso.
Com o maior número de mortes já registradas em uma ação policial no estado, a Operação Contenção se tornou a mais letal da história do Rio de Janeiro. O confronto provocou intensos tiroteios, paralisação de escolas, unidades de saúde e alterações em linhas de ônibus.
Durante os confrontos, drones da polícia flagraram criminosos fortemente armados fugindo pela mata da Vila Cruzeiro, enquanto traficantes também utilizaram drones para lançar explosivos contra as forças de segurança. A operação contou com o apoio de helicópteros, blindados e veículos de demolição, em um cenário de guerra urbana que expôs, mais uma vez, a complexa realidade da violência no Rio de Janeiro.
Fonte: CNN
A descoberta foi feita por equipes da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), que receberam denúncias sobre um ponto de abandono de corpos na parte alta da comunidade. Com o apoio do Corpo de Bombeiros e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), os policiais chegaram ao local na terça-feira (21) e se depararam com o poço escavado e ossadas espalhadas pelo terreno.
De acordo com a polícia, o Comando Vermelho vinha travando disputas com milicianos pela região e, nos últimos meses, tomou o controle de diversas áreas da Zona Sudoeste - inclusive o Morro do Jordão, antes dominado por grupos paramilitares.
Uma semana após a descoberta do cemitério, a polícia do Rio deflagrou a Operação Contenção, uma das maiores já realizadas no estado. A ação conjunta das polícias Civil e Militar ocorreu na terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte, com o objetivo de combater a expansão territorial do Comando Vermelho e cumprir mais de 100 mandados de prisão contra integrantes e lideranças da facção, incluindo criminosos oriundos de outros estados, como o Pará.
A megaoperação mobilizou cerca de 2.500 agentes e resultou na apreensão de 93 fuzis, além da morte de 130 pessoas - entre elas, quatro policiais. Outras 81 foram presas, incluindo Thiago do Nascimento Mendes, o Belão, apontado como operador financeiro do CV no Complexo da Penha e braço direito do chefe da facção, Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso.
Com o maior número de mortes já registradas em uma ação policial no estado, a Operação Contenção se tornou a mais letal da história do Rio de Janeiro. O confronto provocou intensos tiroteios, paralisação de escolas, unidades de saúde e alterações em linhas de ônibus.
Durante os confrontos, drones da polícia flagraram criminosos fortemente armados fugindo pela mata da Vila Cruzeiro, enquanto traficantes também utilizaram drones para lançar explosivos contra as forças de segurança. A operação contou com o apoio de helicópteros, blindados e veículos de demolição, em um cenário de guerra urbana que expôs, mais uma vez, a complexa realidade da violência no Rio de Janeiro.
Fonte: CNN
