Foi divulgado no sábado (24), um áudio atribuído a Fernando Melo, preso pela morte de Manoel Franco, filho dele, de apenas 3 anos de idade. A mensagem, em tom de despedida, teria sido enviada a um de seus filhos que mora em Londres, logo após o crime.
"Meu filho, eu sempre te amarei. Você é o melhor da minha vida. Você e o Gabriel. Peço desculpa para você, seu irmão, para sua mãe, mas aqui vai ser meu último registro. Peço perdão para você, perdão para Deus, perdão para todo mundo, perdão para o meu pai, para minha mãe. Mas eu tô doente, entendeu? Tô com depressão. Me aconteceu tudo isso", diz o suspeito no áudio.
Apesar da carga emocional da mensagem, a Polícia Civil do Amazonas descartou qualquer sinal de arrependimento real. Segundo o delegado Adanor Porto, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o áudio e uma videochamada posterior - na qual Fernando exibia cortes superficiais nos braços - foram puramente fingimento.
"Ele tentou criar uma narrativa de remorso para ganhar tempo e se passar por vítima para o filho que está longe. Em nenhum momento teve a intenção real de se matar", afirmou o delegado
A investigação aponta que a suposta "instabilidade emocional" contrasta com a frieza das ações de Fernando. Durante a fuga, ele demonstrou plena consciência ao se esconder em um buraco cavado na terra, em uma área de mata densa.
Para a DEHS, o crime foi uma vingança meticulosa contra a ex-companheira. O delegado reforça que Fernando não agiu sob um "ataque de fúria", mas com o propósito deliberado de tirar a vida da criança e destruir o psicológico da mãe.
Fonte: Portal do Holanda
"Meu filho, eu sempre te amarei. Você é o melhor da minha vida. Você e o Gabriel. Peço desculpa para você, seu irmão, para sua mãe, mas aqui vai ser meu último registro. Peço perdão para você, perdão para Deus, perdão para todo mundo, perdão para o meu pai, para minha mãe. Mas eu tô doente, entendeu? Tô com depressão. Me aconteceu tudo isso", diz o suspeito no áudio.
Apesar da carga emocional da mensagem, a Polícia Civil do Amazonas descartou qualquer sinal de arrependimento real. Segundo o delegado Adanor Porto, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o áudio e uma videochamada posterior - na qual Fernando exibia cortes superficiais nos braços - foram puramente fingimento.
"Ele tentou criar uma narrativa de remorso para ganhar tempo e se passar por vítima para o filho que está longe. Em nenhum momento teve a intenção real de se matar", afirmou o delegado
A investigação aponta que a suposta "instabilidade emocional" contrasta com a frieza das ações de Fernando. Durante a fuga, ele demonstrou plena consciência ao se esconder em um buraco cavado na terra, em uma área de mata densa.
Para a DEHS, o crime foi uma vingança meticulosa contra a ex-companheira. O delegado reforça que Fernando não agiu sob um "ataque de fúria", mas com o propósito deliberado de tirar a vida da criança e destruir o psicológico da mãe.
Fonte: Portal do Holanda