A Polícia Civil do Pará investiga uma denúncia de abuso sexual envolvendo dois alunos de uma escola estadual no bairro do Cruzeiro, em Icoaraci, Belém. Segundo o relato da mãe da vítima, um menino de 11 anos teria sido violentado por um colega de 12 anos nas dependências da instituição.
Conforme o Boletim de Ocorrência registrado pela mãe, uma funcionária da escola ouviu vozes vindas do banheiro e flagrou a vítima de costas, com o corpo inclinado, enquanto o outro menor desabotoava as calças. Os dois alunos foram retirados do local e encaminhados de volta à sala de aula. A direção da escola foi informada no mesmo dia.
No dia seguinte, os pais do aluno apontado como autor foram chamados, e o menino foi desligado da instituição. A mãe da vítima, no entanto, afirma que só tomou conhecimento da gravidade do caso após o filho ser atendido por uma psicóloga em uma unidade de saúde do bairro. Até então, ela havia sido informada apenas sobre o flagrante no banheiro, com a sugestão de que não teria ocorrido "nada demais".
De acordo com o relato policial, a criança passou a apresentar forte abalo emocional. Durante o atendimento, a psicóloga informou à mãe que, conforme o depoimento da vítima, os abusos ocorreram mais de uma vez e houve penetração.
O caso foi registrado em uma delegacia especializada e segue sob investigação. Por envolver menores de idade, os nomes dos envolvidos e detalhes sensíveis estão sob sigilo, conforme determina a legislação brasileira. A Secretaria de Educação do Estado ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.
Fonte: Folha do Pará
Conforme o Boletim de Ocorrência registrado pela mãe, uma funcionária da escola ouviu vozes vindas do banheiro e flagrou a vítima de costas, com o corpo inclinado, enquanto o outro menor desabotoava as calças. Os dois alunos foram retirados do local e encaminhados de volta à sala de aula. A direção da escola foi informada no mesmo dia.
No dia seguinte, os pais do aluno apontado como autor foram chamados, e o menino foi desligado da instituição. A mãe da vítima, no entanto, afirma que só tomou conhecimento da gravidade do caso após o filho ser atendido por uma psicóloga em uma unidade de saúde do bairro. Até então, ela havia sido informada apenas sobre o flagrante no banheiro, com a sugestão de que não teria ocorrido "nada demais".
De acordo com o relato policial, a criança passou a apresentar forte abalo emocional. Durante o atendimento, a psicóloga informou à mãe que, conforme o depoimento da vítima, os abusos ocorreram mais de uma vez e houve penetração.
O caso foi registrado em uma delegacia especializada e segue sob investigação. Por envolver menores de idade, os nomes dos envolvidos e detalhes sensíveis estão sob sigilo, conforme determina a legislação brasileira. A Secretaria de Educação do Estado ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.
Fonte: Folha do Pará