Após manifestações feitas por Luanna Colleto nas redes sociais sobre o valor recebido de uma vaquinha virtual, o organizador da campanha, Bruno Audicio, se manifestou em entrevista à nossa redação, apresentando sua versão dos fatos. Luanna, vítima de uma tentativa de assassinato registrada em janeiro, em Itaituba, no sudoeste do Pará, afirmou ter recebido apenas R$ 32,00 da arrecadação, levantando questionamentos sobre a transparência da campanha.
Segundo Bruno, a iniciativa foi criada ainda durante a internação de Luanna, com autorização dela, e tinha como meta inicial R$ 4 mil. Ele afirma que, ao longo do período, 11 pessoas contribuíram, totalizando R$ 301, valor que, conforme explicou, pode ser acompanhado publicamente pela plataforma virtual utilizada. O organizador relatou que realizou um saque parcial de R$ 45, dos quais R$ 32 teriam sido repassados à vítima após desconto de taxas, e que o restante seria destinado à compra de alimentos, medicamentos e itens básicos, como botijão de gás e eletrodomésticos, com o objetivo de melhorar as condições de vida de Luanna.
Ainda de acordo com o organizador, o impasse teria começado após Luanna demonstrar insatisfação com o montante arrecadado e com o número de doadores, além de solicitar o uso do dinheiro para outras finalidades. Bruno afirma ter sido ameaçado e exposto nas redes sociais, negou qualquer irregularidade na condução da campanha e informou que registrou boletim de ocorrência por suposta calúnia e difamação.
Fonte: Portal Giro
Segundo Bruno, a iniciativa foi criada ainda durante a internação de Luanna, com autorização dela, e tinha como meta inicial R$ 4 mil. Ele afirma que, ao longo do período, 11 pessoas contribuíram, totalizando R$ 301, valor que, conforme explicou, pode ser acompanhado publicamente pela plataforma virtual utilizada. O organizador relatou que realizou um saque parcial de R$ 45, dos quais R$ 32 teriam sido repassados à vítima após desconto de taxas, e que o restante seria destinado à compra de alimentos, medicamentos e itens básicos, como botijão de gás e eletrodomésticos, com o objetivo de melhorar as condições de vida de Luanna.
Ainda de acordo com o organizador, o impasse teria começado após Luanna demonstrar insatisfação com o montante arrecadado e com o número de doadores, além de solicitar o uso do dinheiro para outras finalidades. Bruno afirma ter sido ameaçado e exposto nas redes sociais, negou qualquer irregularidade na condução da campanha e informou que registrou boletim de ocorrência por suposta calúnia e difamação.
Fonte: Portal Giro
