A primeira noite de Carnaval em Parnaíba, no litoral do Piauí, foi marcada pela adoção de uma estratégia diferenciada de segurança pública, com destaque para a atuação de policiais infiltrados na multidão caracterizados como integrantes da Akatsuki, organização fictícia do universo do anime Naruto.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado, a iniciativa integrou um conjunto de medidas voltadas ao reforço do policiamento durante a abertura oficial das festividades. Além da presença ostensiva, agentes à paisana circularam entre os foliões utilizando fantasias carnavalescas, o que, de acordo com o órgão, facilitou a observação de comportamentos suspeitos sem despertar atenção.
Conforme informado, até o momento não houve registro de furtos de celulares na área monitorada durante a primeira noite de festa. O resultado é atribuído a uma operação coordenada pelo Centro Integrado de Segurança Pública, com atuação conjunta de diferentes forças.
Pela primeira vez no estado, foram utilizados de forma integrada sistemas de reconhecimento facial por meio das plataformas SPIA e FacePi. As ferramentas permitem a identificação de pessoas com mandados de prisão em aberto em meio à multidão. O monitoramento também contou com drones, que forneceram imagens aéreas em tempo real das áreas de maior concentração de público.
Fonte: Portal Giro
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado, a iniciativa integrou um conjunto de medidas voltadas ao reforço do policiamento durante a abertura oficial das festividades. Além da presença ostensiva, agentes à paisana circularam entre os foliões utilizando fantasias carnavalescas, o que, de acordo com o órgão, facilitou a observação de comportamentos suspeitos sem despertar atenção.
Conforme informado, até o momento não houve registro de furtos de celulares na área monitorada durante a primeira noite de festa. O resultado é atribuído a uma operação coordenada pelo Centro Integrado de Segurança Pública, com atuação conjunta de diferentes forças.
Pela primeira vez no estado, foram utilizados de forma integrada sistemas de reconhecimento facial por meio das plataformas SPIA e FacePi. As ferramentas permitem a identificação de pessoas com mandados de prisão em aberto em meio à multidão. O monitoramento também contou com drones, que forneceram imagens aéreas em tempo real das áreas de maior concentração de público.
Fonte: Portal Giro
