Um levantamento divulgado recentemente pela Veja mostra que, desde o início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023, até fevereiro de 2026, os gastos da Presidência da República com o cartão corporativo já ultrapassaram R$1,4 bilhão. Apenas em 2025, as despesas somaram mais de R$423 milhões, contemplando pagamentos a empresas de serviços, fornecedores de materiais de construção e plataformas de alimentação, como o iFood.
Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), mais de 99% desses gastos ainda não são detalhados publicamente, mantendo em aberto o debate sobre transparência e controle dos recursos públicos. Apesar disso, o Palácio do Planalto afirma que os valores são utilizados exclusivamente para despesas de segurança, logística e funcionamento da Presidência e que não há "sigilo eterno", já que todos os dados devem ser divulgados ao fim do mandato, conforme a legislação vigente.
Ainda segundo o TCU, o total gasto até agora supera os R$1,8 bilhão, valor bem acima do registrado no governo anterior, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro utilizou cerca de R$27 milhões em quatro anos com o mesmo cartão.
Apesar de o Palácio do Planalto ressaltar que os recursos do cartão corporativo são utilizados em despesas de segurança e logística da Presidência, o volume já ultrapassa R$1,4 bilhão em pouco mais de dois anos, enquanto mais de 99% das transações permanecem ainda sob sigilo. O contraste com gestões anteriores e a falta de detalhamento imediato reforçam o debate sobre transparência, fiscalização e prestação de contas à população.
Fonte: Folha do Estado
Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), mais de 99% desses gastos ainda não são detalhados publicamente, mantendo em aberto o debate sobre transparência e controle dos recursos públicos. Apesar disso, o Palácio do Planalto afirma que os valores são utilizados exclusivamente para despesas de segurança, logística e funcionamento da Presidência e que não há "sigilo eterno", já que todos os dados devem ser divulgados ao fim do mandato, conforme a legislação vigente.
Ainda segundo o TCU, o total gasto até agora supera os R$1,8 bilhão, valor bem acima do registrado no governo anterior, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro utilizou cerca de R$27 milhões em quatro anos com o mesmo cartão.
Apesar de o Palácio do Planalto ressaltar que os recursos do cartão corporativo são utilizados em despesas de segurança e logística da Presidência, o volume já ultrapassa R$1,4 bilhão em pouco mais de dois anos, enquanto mais de 99% das transações permanecem ainda sob sigilo. O contraste com gestões anteriores e a falta de detalhamento imediato reforçam o debate sobre transparência, fiscalização e prestação de contas à população.
Fonte: Folha do Estado
