Lideranças indígenas durante mobilização de 35 dias no porto da Cargill, em Santarém, contra o decreto das hidrovias na Amazônia
Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra lideranças indígenas criticando publicamente o prefeito de Santarém, José Maria Tapajós, durante agenda do ministro da Educação na Universidade Federal do Oeste do Pará.
O ministro Camilo Santana esteve no município na sexta-feira (27), onde participou da posse da nova reitora da Ufopa e anunciou investimentos para a educação na região. Foi nesse contexto que ocorreu a cobrança pública feita pelas lideranças.
A mobilização indígena no porto da Cargill durou 35 dias e teve como pauta a revogação do Decreto Federal 12.600/2025, que previa a inclusão de projetos de hidrovias da Amazônia no Programa Nacional de Desestatização. O decreto acabou sendo revogado pelo governo federal após o período de protestos.
Segundo as lideranças, durante todo o movimento não houve posicionamento público da gestão municipal. De acordo com o indígena Rômulo Arapin, o prefeito teria aproveitado a presença do ministro para se autopromover, mesmo sem ter se manifestado anteriormente em apoio à causa.
Ele afirmou que o grupo permaneceu por mais de 30 dias sob chuva e sol, enfrentando dificuldades, com presença de crianças e registro de adoecimentos no local. Ainda segundo Rômulo, o prefeito, que é oriundo de comunidade ribeirinha, não se posicionou nas redes sociais nem demonstrou apoio durante o período da mobilização e teria aparecido apenas no evento para "ganhar visibilidade" e publicar registros em suas redes sociais.
Fonte: Giro Portal Santarém
O ministro Camilo Santana esteve no município na sexta-feira (27), onde participou da posse da nova reitora da Ufopa e anunciou investimentos para a educação na região. Foi nesse contexto que ocorreu a cobrança pública feita pelas lideranças.
A mobilização indígena no porto da Cargill durou 35 dias e teve como pauta a revogação do Decreto Federal 12.600/2025, que previa a inclusão de projetos de hidrovias da Amazônia no Programa Nacional de Desestatização. O decreto acabou sendo revogado pelo governo federal após o período de protestos.
Segundo as lideranças, durante todo o movimento não houve posicionamento público da gestão municipal. De acordo com o indígena Rômulo Arapin, o prefeito teria aproveitado a presença do ministro para se autopromover, mesmo sem ter se manifestado anteriormente em apoio à causa.
Ele afirmou que o grupo permaneceu por mais de 30 dias sob chuva e sol, enfrentando dificuldades, com presença de crianças e registro de adoecimentos no local. Ainda segundo Rômulo, o prefeito, que é oriundo de comunidade ribeirinha, não se posicionou nas redes sociais nem demonstrou apoio durante o período da mobilização e teria aparecido apenas no evento para "ganhar visibilidade" e publicar registros em suas redes sociais.
Fonte: Giro Portal Santarém
