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Fontes israelenses afirmam que Ali Khamenei, líder supremo iraniano, está morto; Irã nega
Segundo autoridade israelense ouvida pela Reuters, Ali Khamenei teria morrido neste sábado (28) após ataques atribuídos a Israel e aos Estados Unidos, que atingiram o complexo ligado ao líder supremo no Irã, e o corpo já teria sido encontrado. Até a última atualização, o governo iraniano negava a morte, sem aparição pública do líder.


Foto: Reprodução

Fontes israelenses afirmaram neste sábado (28) que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu após ataques atribuídos a Israel e aos Estados Unidos contra alvos no território iraniano. A informação foi divulgada à agência Reuters por uma autoridade israelense sob condição de anonimato. Segundo o relato, o corpo do aiatolá teria sido localizado após a ofensiva.

Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que há "muitos sinais" de que o líder iraniano "não está mais entre nós", mas não confirmou categoricamente a morte. Em pronunciamento, Netanyahu afirmou que forças israelenses atingiram o complexo utilizado por Khamenei e indicou que existem indícios de que ele provavelmente morreu. Emissoras israelenses relataram que uma imagem do corpo teria sido exibida ao premiê e ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O governo iraniano, por sua vez, nega as informações. Em entrevista à ABC News, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou que tanto o presidente quanto o líder supremo estão "sãos e salvos". O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, declarou à NBC que Khamenei está vivo "pelo que sei".

Até a última atualização desta reportagem, não havia confirmação oficial por parte de Teerã sobre a morte do líder supremo. Khamenei não fez aparições públicas desde os ataques. Imagens de satélite divulgadas por veículos internacionais indicam danos significativos ao complexo atribuído ao líder na capital iraniana. Integrantes do governo afirmaram ainda que as declarações de autoridades israelenses fazem parte de uma "guerra psicológica" em meio à escalada de tensões envolvendo o programa nuclear iraniano.

Com informações de CNN

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