Uma criança de dois meses foi encontrada morta na manhã desta semana, na rua Vila Nova, em Itaituba, no sudoeste do Pará. De acordo com informações repassadas à imprensa, a bebê foi localizada já sem sinais vitais na residência onde morava com os pais. A avó teria sido a primeira a perceber que a criança não apresentava reação ao acordar e, com o apoio de vizinhos, a família a encaminhou ao hospital municipal, onde o óbito foi confirmado.
Em entrevista, a mãe, Evelyn, relatou que a filha mamou e foi trocada diversas vezes ao longo da madrugada. Segundo ela, a criança dormia na mesma cama que os pais e acordou por volta das 3h para mamar. Pela manhã, por volta das 10h, a avó notou que a bebê estava pálida. "Nunca maltratamos ela, nunca. É minha primeira filha", afirmou a mãe, acrescentando que a família está abalada com a situação.
O caso foi registrado na 19ª Seccional Urbana da Polícia Civil e está sob investigação. O delegado Alexandre Brito informou que a criança apresentava marcas arroxeadas no corpo, o que levanta a necessidade de perícia para identificar se as manchas são compatíveis com livores cadavéricos, alterações naturais após a morte, ou se indicam possíveis lesões anteriores. O corpo foi encaminhado para exame de necrópsia, que deverá apontar a causa da morte.
A Polícia Civil também apura as circunstâncias em que a criança dormia, já que todos estavam no mesmo colchão, considerado pequeno, o que pode indicar hipótese de asfixia acidental ou eventual negligência. O caso será encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente (DEAC), que dará continuidade às investigações após a conclusão do laudo pericial.
Com informações de TV Itaituba
Em entrevista, a mãe, Evelyn, relatou que a filha mamou e foi trocada diversas vezes ao longo da madrugada. Segundo ela, a criança dormia na mesma cama que os pais e acordou por volta das 3h para mamar. Pela manhã, por volta das 10h, a avó notou que a bebê estava pálida. "Nunca maltratamos ela, nunca. É minha primeira filha", afirmou a mãe, acrescentando que a família está abalada com a situação.
O caso foi registrado na 19ª Seccional Urbana da Polícia Civil e está sob investigação. O delegado Alexandre Brito informou que a criança apresentava marcas arroxeadas no corpo, o que levanta a necessidade de perícia para identificar se as manchas são compatíveis com livores cadavéricos, alterações naturais após a morte, ou se indicam possíveis lesões anteriores. O corpo foi encaminhado para exame de necrópsia, que deverá apontar a causa da morte.
A Polícia Civil também apura as circunstâncias em que a criança dormia, já que todos estavam no mesmo colchão, considerado pequeno, o que pode indicar hipótese de asfixia acidental ou eventual negligência. O caso será encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente (DEAC), que dará continuidade às investigações após a conclusão do laudo pericial.
Com informações de TV Itaituba
