A espanhola Noelia Castillo, de 25 anos, morreu na quinta-feira (26) após passar por uma eutanásia legalmente autorizada. O caso que mobilizou tribunais e especialistas ao longo de anos na Espanha.
Ela viveu com paraplegia e dor crônica após uma lesão grave causada por uma queda de grande altura. Em 2022, Noelia tentou suicídio, em meio a um quadro de sofrimento psicológico intenso, desencadeado por uma violência sexual.
Desde então, ela passou a depender de cadeira de rodas e a conviver com limitações físicas severas, dor persistente e condições emocionais irreversíveis.
O pedido de eutanásia foi iniciado há cerca de dois anos e percorreu um longo caminho institucional. O caso foi analisado por equipes médicas, passou pela comissão responsável por avaliar esse tipo de solicitação e acabou sendo levado à Justiça após contestação familiar.
A contestação levou o caso a diferentes instâncias da Justiça espanhola, incluindo tribunais superiores e até cortes europeias. Ainda assim, as decisões mantiveram o entendimento de que a jovem atendia aos critérios legais para a eutanásia.
No Brasil, a eutanásia é proibida e pode ser enquadrada como crime. O Conselho Federal de Medicina autoriza, no entanto, a chamada ortotanásia -quando tratamentos que apenas prolongam a vida são suspensos, priorizando o conforto do paciente.
Fonte: G1
Ela viveu com paraplegia e dor crônica após uma lesão grave causada por uma queda de grande altura. Em 2022, Noelia tentou suicídio, em meio a um quadro de sofrimento psicológico intenso, desencadeado por uma violência sexual.
Desde então, ela passou a depender de cadeira de rodas e a conviver com limitações físicas severas, dor persistente e condições emocionais irreversíveis.
O pedido de eutanásia foi iniciado há cerca de dois anos e percorreu um longo caminho institucional. O caso foi analisado por equipes médicas, passou pela comissão responsável por avaliar esse tipo de solicitação e acabou sendo levado à Justiça após contestação familiar.
A contestação levou o caso a diferentes instâncias da Justiça espanhola, incluindo tribunais superiores e até cortes europeias. Ainda assim, as decisões mantiveram o entendimento de que a jovem atendia aos critérios legais para a eutanásia.
No Brasil, a eutanásia é proibida e pode ser enquadrada como crime. O Conselho Federal de Medicina autoriza, no entanto, a chamada ortotanásia -quando tratamentos que apenas prolongam a vida são suspensos, priorizando o conforto do paciente.
Fonte: G1

