Santarém, oeste do Pará, já registra um cenário preocupante em relação à dengue em 2026. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde, entre janeiro e abril, foram contabilizados 2.832 casos suspeitos da doença, sendo 591 confirmados. No mesmo período, seis pessoas morreram em decorrência de complicações associadas à dengue.
Segundo o médico infectologista Adisson Brandão, o número elevado de casos está diretamente relacionado ao período chuvoso, que favorece a proliferação do mosquito transmissor. Ele destaca que houve um aumento significativo de atendimentos e internações no fim de fevereiro e durante o mês de março, tanto no Hospital Municipal quanto na UPA 24 horas. Apesar de uma leve redução nas internações no início de abril, os casos ainda continuam sendo registrados.
A principal forma de prevenção, segundo o especialista, é eliminar os criadouros do mosquito, como água parada em caixas d'água, vasos de plantas, pneus e lixo.
Em relação aos sintomas, a orientação é que a população fique atenta a sinais como febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e náuseas. Ao apresentar esses sintomas, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde. O diagnóstico precoce é essencial, principalmente nos primeiros dias, quando os testes rápidos têm maior eficácia.
Outro ponto de alerta é evitar a automedicação. O uso de anti-inflamatórios, como ibuprofeno e diclofenaco, pode agravar o quadro da doença. Por isso, o acompanhamento médico é indispensável desde o início dos sintomas.
A vacinação contra a dengue também é considerada uma ferramenta importante, embora ainda limitada. Santarém recebeu 5.812 doses, já aplicadas, enquanto o público-alvo - adolescentes de 10 a 14 anos - soma mais de 29 mil pessoas. A expectativa é de que novos lotes sejam enviados nas próximas semanas para ampliar a cobertura.
As autoridades de saúde reforçam que, apesar dos esforços e da adesão da população à vacinação, o combate ao mosquito continua sendo a principal estratégia para conter o avanço da doença no município.
Segundo o médico infectologista Adisson Brandão, o número elevado de casos está diretamente relacionado ao período chuvoso, que favorece a proliferação do mosquito transmissor. Ele destaca que houve um aumento significativo de atendimentos e internações no fim de fevereiro e durante o mês de março, tanto no Hospital Municipal quanto na UPA 24 horas. Apesar de uma leve redução nas internações no início de abril, os casos ainda continuam sendo registrados.
A principal forma de prevenção, segundo o especialista, é eliminar os criadouros do mosquito, como água parada em caixas d'água, vasos de plantas, pneus e lixo.
"Estamos colhendo alguns resultados, mas não podemos parar. É fundamental intensificar os cuidados dentro de casa", reforçou.
Em relação aos sintomas, a orientação é que a população fique atenta a sinais como febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e náuseas. Ao apresentar esses sintomas, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde. O diagnóstico precoce é essencial, principalmente nos primeiros dias, quando os testes rápidos têm maior eficácia.
Outro ponto de alerta é evitar a automedicação. O uso de anti-inflamatórios, como ibuprofeno e diclofenaco, pode agravar o quadro da doença. Por isso, o acompanhamento médico é indispensável desde o início dos sintomas.
A vacinação contra a dengue também é considerada uma ferramenta importante, embora ainda limitada. Santarém recebeu 5.812 doses, já aplicadas, enquanto o público-alvo - adolescentes de 10 a 14 anos - soma mais de 29 mil pessoas. A expectativa é de que novos lotes sejam enviados nas próximas semanas para ampliar a cobertura.
As autoridades de saúde reforçam que, apesar dos esforços e da adesão da população à vacinação, o combate ao mosquito continua sendo a principal estratégia para conter o avanço da doença no município.

