Mototaxista Thiago Santana entrega carteira com dinheiro e CNH de Antonio Walter à polícia após encontrar o objeto nesta quarta (15), em Santarém. Exemplo de honestidade
Em meio a registros frequentes de ocorrências envolvendo pessoas que utilizam a identificação de motoristas por aplicativo para cometer delitos, um caso registrado nesta quarta-feira (15), em Santarém, no oeste do Pará, chama a atenção pelo exemplo de honestidade dentro da categoria.
O motoxista Thiago Santana procurou a 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil após encontrar uma carteira com dinheiro nas proximidades do antigo Casa Nova. Dentro do objeto, havia uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em nome de Antonio Walter Ribeiro Silva.
Segundo ele, o material foi localizado após notar cédulas espalhadas pela via, na região do antigo Casa Nova.
Thiago afirmou que não conseguiu identificar a quem pertencia a carteira no momento em que encontrou, mas decidiu entregar o material às autoridades e também ajudar na divulgação do caso para localizar o proprietário.
O episódio ocorre em um contexto em que motoristas que utilizam a camisa da plataforma Maxim têm sido alvo de desconfiança, após registros de crimes envolvendo pessoas que se passam por trabalhadores do aplicativo. No entanto, o caso reforça que há profissionais que atuam de forma correta.
A carteira deve permanecer na delegacia até que o dono seja localizado. Informações que possam ajudar na identificação do proprietário podem ser repassadas diretamente à Polícia Civil.
O motoxista Thiago Santana procurou a 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil após encontrar uma carteira com dinheiro nas proximidades do antigo Casa Nova. Dentro do objeto, havia uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em nome de Antonio Walter Ribeiro Silva.
Segundo ele, o material foi localizado após notar cédulas espalhadas pela via, na região do antigo Casa Nova.
"Eu parei a moto, outras pessoas também ajudaram a juntar o dinheiro e me entregaram. Resolvi vir direto à delegacia para tentar encontrar o dono", relatou.
Thiago afirmou que não conseguiu identificar a quem pertencia a carteira no momento em que encontrou, mas decidiu entregar o material às autoridades e também ajudar na divulgação do caso para localizar o proprietário.
O episódio ocorre em um contexto em que motoristas que utilizam a camisa da plataforma Maxim têm sido alvo de desconfiança, após registros de crimes envolvendo pessoas que se passam por trabalhadores do aplicativo. No entanto, o caso reforça que há profissionais que atuam de forma correta.
"É gente sendo gente. Nem todo mundo faz coisa errada", disse o motorista ao comentar sobre a imagem negativa que, segundo ele, acaba atingindo toda a categoria.
A carteira deve permanecer na delegacia até que o dono seja localizado. Informações que possam ajudar na identificação do proprietário podem ser repassadas diretamente à Polícia Civil.

