A força das águas do rio Trombetas tem alterado a paisagem e causado preocupação entre moradores da comunidade Cristo Rei, na zona rural de Oriximiná. O fenômeno conhecido como "terras caídas" já provocou desmoronamentos e avança em direção a estruturas importantes, como o barracão comunitário, que está a menos de um metro da área afetada.
Segundo relatos, a situação se intensifica tanto no período de cheia quanto na vazante dos rios. Com a subida das águas, as margens ficam mais vulneráveis à erosão; já na descida, o solo continua cedendo, ampliando os danos. Diante desse cenário, moradores têm sido obrigados a desmontar casas - em sua maioria de madeira - e transferir estruturas para áreas mais seguras, numa tentativa de evitar perdas maiores.
De acordo com a Defesa Civil municipal, cerca de 30 famílias já foram afetadas diretamente. Ao longo do último ano, os prejuízos incluem a perda de embarcações, casas, estruturas comunitárias e até áreas de plantio. Mesmo diante do risco, muitos moradores resistem em deixar o local, onde construíram suas vidas.
O coordenador da Defesa Civil, Paulo Pimentel, informou que o órgão, em conjunto com secretarias municipais, realiza o monitoramento contínuo da área e presta apoio às famílias atingidas. Entre as ações estão a orientação para retirada de estruturas e o acompanhamento das áreas mais críticas.
O fenômeno das terras caídas é recorrente na região amazônica e tem impacto direto na rotina das comunidades ribeirinhas. Além das moradias, atividades como agricultura e criação de animais também são prejudicadas, agravando a situação socioeconômica das famílias.
Casos semelhantes já foram registrados em outras localidades do oeste do Pará, reforçando a necessidade de medidas preventivas e de assistência contínua por parte do poder público para minimizar os impactos causados pela erosão das margens dos rios.
Segundo relatos, a situação se intensifica tanto no período de cheia quanto na vazante dos rios. Com a subida das águas, as margens ficam mais vulneráveis à erosão; já na descida, o solo continua cedendo, ampliando os danos. Diante desse cenário, moradores têm sido obrigados a desmontar casas - em sua maioria de madeira - e transferir estruturas para áreas mais seguras, numa tentativa de evitar perdas maiores.
De acordo com a Defesa Civil municipal, cerca de 30 famílias já foram afetadas diretamente. Ao longo do último ano, os prejuízos incluem a perda de embarcações, casas, estruturas comunitárias e até áreas de plantio. Mesmo diante do risco, muitos moradores resistem em deixar o local, onde construíram suas vidas.
O coordenador da Defesa Civil, Paulo Pimentel, informou que o órgão, em conjunto com secretarias municipais, realiza o monitoramento contínuo da área e presta apoio às famílias atingidas. Entre as ações estão a orientação para retirada de estruturas e o acompanhamento das áreas mais críticas.
O fenômeno das terras caídas é recorrente na região amazônica e tem impacto direto na rotina das comunidades ribeirinhas. Além das moradias, atividades como agricultura e criação de animais também são prejudicadas, agravando a situação socioeconômica das famílias.
Casos semelhantes já foram registrados em outras localidades do oeste do Pará, reforçando a necessidade de medidas preventivas e de assistência contínua por parte do poder público para minimizar os impactos causados pela erosão das margens dos rios.

