O pastor David Gonçalves Silva, líder da igreja Shekinah House Church, foi preso na manhã de sexta-feira (17) durante uma operação da Polícia Civil do Maranhão. Ele é investigado por crimes como estelionato, estupro de vulnerável, posse sexual mediante fraude e associação criminosa.
A prisão ocorreu no bairro Recanto do Poeta, em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís, durante a operação "Falso Profeta", que também cumpriu mandado de busca e apreensão em um imóvel ligado à igreja. No local, segundo as investigações, viviam entre 100 e 150 fiéis sob a liderança do religioso.
Durante a ação, foram apreendidos celulares, documentos e outros materiais que devem contribuir para o avanço das investigações. De acordo com o delegado Sidney Oliveira, o inquérito policial está em andamento há cerca de dois anos e já identificou entre cinco e seis vítimas até o momento.
As investigações apontam que os fiéis eram submetidos a punições físicas e psicológicas, como agressões e castigos, além de regras rígidas de convivência. Também há denúncias de abusos sexuais, principalmente contra homens, e de controle sobre a rotina dos frequentadores, que teriam restrições de contato com familiares e com o mundo externo.
A Polícia Civil informou que as apurações continuam, com o objetivo de identificar novas vítimas e reunir mais provas sobre o caso.
Fonte: G1
A prisão ocorreu no bairro Recanto do Poeta, em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís, durante a operação "Falso Profeta", que também cumpriu mandado de busca e apreensão em um imóvel ligado à igreja. No local, segundo as investigações, viviam entre 100 e 150 fiéis sob a liderança do religioso.
Durante a ação, foram apreendidos celulares, documentos e outros materiais que devem contribuir para o avanço das investigações. De acordo com o delegado Sidney Oliveira, o inquérito policial está em andamento há cerca de dois anos e já identificou entre cinco e seis vítimas até o momento.
As investigações apontam que os fiéis eram submetidos a punições físicas e psicológicas, como agressões e castigos, além de regras rígidas de convivência. Também há denúncias de abusos sexuais, principalmente contra homens, e de controle sobre a rotina dos frequentadores, que teriam restrições de contato com familiares e com o mundo externo.
A Polícia Civil informou que as apurações continuam, com o objetivo de identificar novas vítimas e reunir mais provas sobre o caso.
Fonte: G1



