Uma mulher foi levada à delegacia, na terça-feira (21), no bairro São Miguel, na Cidade Industrial de Curitiba (PR), após desferir uma série de pauladas contra o genro. A agressão ocorreu após a mulher receber um pedido de socorro da filha, que alegou estar sendo agredida pelo marido.
Segundo o relato, a mãe chegou na casa da filha e testemunhou o agressor enforcando a esposa, que segurava o recém-nascido no momento. Sem pensar duas vezes, a sogra defendeu a filha e desferiu uma série de pauladas na cabeça do genro. De acordo com conhecidos da família, o marido tem histórico de agressão contra a esposa.
No vídeo gravado, a sogra dá ainda mais detalhes sobre a agressão e diz não estar arrependida em ter tomado atitude com as próprias mãos: "Chega em casa louco e vem bater na menina. A menina com a barriga toda costurada e vem bater nela, entendeu? Cheguei aqui e ele estava enforcando ela. Dei as pauladas na cabeça dele, pronto. Sempre bateu nela. Não me arrependo. Vou presa, mas na minha filha ele não bate mais", declarou.
A mulher foi conduzida à Delegacia da Mulher para prestar depoimento e não permaneceu presa. O caso deve ser investigado como possível violência doméstica.
Fonte: Metrópoles
Segundo o relato, a mãe chegou na casa da filha e testemunhou o agressor enforcando a esposa, que segurava o recém-nascido no momento. Sem pensar duas vezes, a sogra defendeu a filha e desferiu uma série de pauladas na cabeça do genro. De acordo com conhecidos da família, o marido tem histórico de agressão contra a esposa.
No vídeo gravado, a sogra dá ainda mais detalhes sobre a agressão e diz não estar arrependida em ter tomado atitude com as próprias mãos: "Chega em casa louco e vem bater na menina. A menina com a barriga toda costurada e vem bater nela, entendeu? Cheguei aqui e ele estava enforcando ela. Dei as pauladas na cabeça dele, pronto. Sempre bateu nela. Não me arrependo. Vou presa, mas na minha filha ele não bate mais", declarou.
A mulher foi conduzida à Delegacia da Mulher para prestar depoimento e não permaneceu presa. O caso deve ser investigado como possível violência doméstica.
Fonte: Metrópoles



