Cinco pessoas - quatro adolescentes e um maior de idade - são procurados pelo estupro coletivo de dois meninos, de 7 e 10 anos, no bairro União de Vila Nova, região de São Miguel Paulista, zona leste de São Paulo. A Justiça decretou a apreensão dos adolescentes e a prisão temporária do adulto, que são considerados foragidos.
As influenciadoras Giovana Dib e Bru Paraizzo usaram suas redes sociais para expor a situação e criticar a baixa repercussão do caso. Segundo a Polícia Civil, os estupros foram filmados pelos próprios abusadores e os vídeos compartilhados na internet.
Os abusos coletivos datam da última terça-feira (21), feriado de Tiradentes. Até então, o caso não havia sido comunicado na delegacia.
Policiais do 63° Distrito Policial, na Vila Jacui, tomaram conhecimento do crime três dias depois, no dia 24, e identificaram as vítimas e suspeitos.
Nas redes sociais, o subprefeito de São Miguel, Divaldo Rosa, publicou que o Conselho Tutelar acompanha o caso. As vítimas e seus familiares foram acolhidos por programas governamentais e familiares. Os dois meninos passam por tratamento psicológico e médico em virtude dos abusos.
"As crianças e familiares foram colocadas sob proteção do poder público. A mãe e a avó da criança mais velha estão acolhidas por programa da Prefeitura de São Paulo, em Guaianases. A outra família foi acolhida pelo pai de um dos meninos, que mora em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo", detalhou.
Rosa classificou o caso como revoltante e chocante.
"Este caso é revoltante, choca e não pode ser tratado como algo normal. Os abusadores agem, na maioria das vezes, na sombra do medo, da omissão e da falta de denúncias aos órgãos públicos, reforçou o subprefeito.
Fonte: Metrópoles
As influenciadoras Giovana Dib e Bru Paraizzo usaram suas redes sociais para expor a situação e criticar a baixa repercussão do caso. Segundo a Polícia Civil, os estupros foram filmados pelos próprios abusadores e os vídeos compartilhados na internet.
Os abusos coletivos datam da última terça-feira (21), feriado de Tiradentes. Até então, o caso não havia sido comunicado na delegacia.
Policiais do 63° Distrito Policial, na Vila Jacui, tomaram conhecimento do crime três dias depois, no dia 24, e identificaram as vítimas e suspeitos.
Nas redes sociais, o subprefeito de São Miguel, Divaldo Rosa, publicou que o Conselho Tutelar acompanha o caso. As vítimas e seus familiares foram acolhidos por programas governamentais e familiares. Os dois meninos passam por tratamento psicológico e médico em virtude dos abusos.
"As crianças e familiares foram colocadas sob proteção do poder público. A mãe e a avó da criança mais velha estão acolhidas por programa da Prefeitura de São Paulo, em Guaianases. A outra família foi acolhida pelo pai de um dos meninos, que mora em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo", detalhou.
Rosa classificou o caso como revoltante e chocante.
"Este caso é revoltante, choca e não pode ser tratado como algo normal. Os abusadores agem, na maioria das vezes, na sombra do medo, da omissão e da falta de denúncias aos órgãos públicos, reforçou o subprefeito.
Fonte: Metrópoles

