A advogada de Daiana Schuinsekel de Almeida afirmou que a defesa vai se manifestar apenas durante o processo judicial ao comentar as acusações contra a empresária investigada por torturar e matar animais para vender vídeos de violência na internet.
Durante a saída da prisão, a defensora classificou o caso como "um momento bem delicado" e pediu que a suspeita fosse vista "com um olhar humano". Em outro momento, afirmou: "A gente vai se ater tão somente ao processo judicial".
Questionada sobre um possível arrependimento da cliente, a advogada evitou responder diretamente. Ao ser perguntada sobre um eventual problema psicológico da empresária, declarou: "Isso a gente deixa para os médicos".
Daiana também não comentou se estava arrependida. "Eu já colaborei com a polícia, tô colaborando. Passei a senha dos meus celulares, todos os meus aparelhos", declarou.
Segundo a Polícia Civil, a empresária pode responder pelos crimes de maus-tratos aos animais, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência. A investigação aponta que ela gravava as agressões e vendia o conteúdo para compradores da Europa.
A polícia agora tenta descobrir há quanto tempo os crimes aconteciam e quantos vídeos teriam sido comercializados. O caso segue sob investigação.
Fonte: Jornal Aqui Agora
Durante a saída da prisão, a defensora classificou o caso como "um momento bem delicado" e pediu que a suspeita fosse vista "com um olhar humano". Em outro momento, afirmou: "A gente vai se ater tão somente ao processo judicial".
Questionada sobre um possível arrependimento da cliente, a advogada evitou responder diretamente. Ao ser perguntada sobre um eventual problema psicológico da empresária, declarou: "Isso a gente deixa para os médicos".
Daiana também não comentou se estava arrependida. "Eu já colaborei com a polícia, tô colaborando. Passei a senha dos meus celulares, todos os meus aparelhos", declarou.
Segundo a Polícia Civil, a empresária pode responder pelos crimes de maus-tratos aos animais, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência. A investigação aponta que ela gravava as agressões e vendia o conteúdo para compradores da Europa.
A polícia agora tenta descobrir há quanto tempo os crimes aconteciam e quantos vídeos teriam sido comercializados. O caso segue sob investigação.
Fonte: Jornal Aqui Agora

