Na manhã da última terça-feira (9), a Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) aprovou o Projeto de Lei nº 568/2023, de autoria do deputado Wescley Tomaz, que reconhece Itaituba como a capital paraense do ouro.
A medida tem como objetivo destacar a importância histórica, cultural e econômica da atividade garimpeira para o estado, além de incentivar o desenvolvimento sustentável e o turismo na região. Localizado no sudoeste do Pará, o município recebeu o título de vila por meio da Lei nº 290, de 15 de dezembro de 1856.
De acordo com registros históricos, já em 1812 a localidade era mencionada nos relatos de viagem de Miguel João de Castro pelo Rio Tapajós como um centro de exploração e comércio de especiarias do Alto Tapajós. Conhecida como "Cidade Pepita", Itaituba possui nome de origem tupi que significa "ajuntamento de água entre pedras".
Durante a votação da proposta, a deputada Lívia Duarte manifestou-se contrária ao projeto e votou contra sua aprovação. Fonte: Giro Portal
A medida tem como objetivo destacar a importância histórica, cultural e econômica da atividade garimpeira para o estado, além de incentivar o desenvolvimento sustentável e o turismo na região. Localizado no sudoeste do Pará, o município recebeu o título de vila por meio da Lei nº 290, de 15 de dezembro de 1856.
De acordo com registros históricos, já em 1812 a localidade era mencionada nos relatos de viagem de Miguel João de Castro pelo Rio Tapajós como um centro de exploração e comércio de especiarias do Alto Tapajós. Conhecida como "Cidade Pepita", Itaituba possui nome de origem tupi que significa "ajuntamento de água entre pedras".
Durante a votação da proposta, a deputada Lívia Duarte manifestou-se contrária ao projeto e votou contra sua aprovação. Fonte: Giro Portal

