Você já ouviu falar do El Niño?
Esse é um dos fenômenos climáticos naturais de maior impacto no planeta. Ele acontece quando as águas do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes do que o normal, provocando mudanças nos padrões de chuva e temperatura em várias partes do mundo.
O El Niño costuma ocorrer em intervalos de 2 a 7 anos. No Brasil, os efeitos variam de acordo com cada região.
Na Amazônia e em parte da Região Norte, o fenômeno pode favorecer períodos de seca mais intensa, redução do nível dos rios, escassez de água e aumento do risco de queimadas.
Já no Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste, os impactos podem aparecer na forma de chuvas irregulares, calor mais forte e risco de déficit hídrico em algumas áreas.
Na Região Sul, o El Niño costuma ter efeito diferente: pode provocar chuvas acima da média, aumentando o risco de enchentes, alagamentos, temporais e vendavais.
O ciclo de 2023 e 2024 marcou o Brasil com eventos extremos, como seca histórica na Amazônia e fortes chuvas no Sul. Agora, em 2026, um novo episódio voltou a preocupar especialistas.
A confirmação oficial foi divulgada no dia 11 de junho pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a NOAA. Segundo o órgão, as condições de El Niño estão presentes e devem se fortalecer nos próximos meses.
Por isso, o monitoramento climático é essencial para que governos, produtores rurais e a população se preparem para possíveis impactos. Fonte: Giro Portal
Esse é um dos fenômenos climáticos naturais de maior impacto no planeta. Ele acontece quando as águas do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes do que o normal, provocando mudanças nos padrões de chuva e temperatura em várias partes do mundo.
O El Niño costuma ocorrer em intervalos de 2 a 7 anos. No Brasil, os efeitos variam de acordo com cada região.
Na Amazônia e em parte da Região Norte, o fenômeno pode favorecer períodos de seca mais intensa, redução do nível dos rios, escassez de água e aumento do risco de queimadas.
Já no Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste, os impactos podem aparecer na forma de chuvas irregulares, calor mais forte e risco de déficit hídrico em algumas áreas.
Na Região Sul, o El Niño costuma ter efeito diferente: pode provocar chuvas acima da média, aumentando o risco de enchentes, alagamentos, temporais e vendavais.
O ciclo de 2023 e 2024 marcou o Brasil com eventos extremos, como seca histórica na Amazônia e fortes chuvas no Sul. Agora, em 2026, um novo episódio voltou a preocupar especialistas.
A confirmação oficial foi divulgada no dia 11 de junho pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a NOAA. Segundo o órgão, as condições de El Niño estão presentes e devem se fortalecer nos próximos meses.
Por isso, o monitoramento climático é essencial para que governos, produtores rurais e a população se preparem para possíveis impactos. Fonte: Giro Portal

