Um homem morreu na rua depois de pedir socorro e esperar por uma ambulância por cerca de duas horas em Catalão, na região sudeste do estado de Goiás. Segundo moradores, o homem, identificado como Rafael Vinícius, bateu no portão de várias casas pedindo ajuda. Os vizinhos ligaram para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e para o Corpo de Bombeiros, mas relataram que nenhuma viatura chegou a tempo de socorrer a vítima.
Imagens de câmeras de segurança mostram quando Rafael estava na rua e depois caiu no chão. Moradores contaram que ele parecia desorientado, não conseguia falar o que estava sentindo e pedia socorro. Ele também pediu para que os moradores chamassem uma ambulância.
O morador Bruno Savicki Zanetti Mori conversou com o repórter Matheus Albernaz e contou que ligou para a polícia e para o Corpo de Bombeiros pedindo ajuda para Rafael, mas os socorristas disseram não ter viatura disponível para o atendimento. Prints mostram intervalo de cerca de 1h entre uma ligação e outra.
"Eu, particularmente, liguei para a polícia uma vez, para o Corpo de Bombeiros duas vezes; minha esposa ligou uma vez para o Corpo de Bombeiros e os vizinhos ligaram dezenas de vezes. E a resposta sempre foi a mesma: que não tinha viatura, estavam todas em operação e que, quando tivesse uma, eles iam mandar para cá", relatou.
Demora no resgate
Um bombeiro da cidade falou com a reportagem sobre o atendimento no caso de Rafael Vinícius. De acordo com o socorrista, a primeira ligação registrada foi às 22h23.
"Nós tínhamos a ambulância, tínhamos a unidade de resgate. A primeira ocorrência, a primeira ligação que a unidade atendeu, essa unidade de resgate já foi despachada. Então assim, pode ter havido alguma incongruência nessas primeiras ligações. Nós já estamos apurando essas informações, verificando o que realmente aconteceu", disse.
O serviço de socorro disse que, na hora do chamado, as duas únicas ambulâncias do serviço de Catalão estavam fora da cidade para outros atendimentos.
O Samu disse ainda que as duas ambulâncias disponíveis na cidade são responsáveis pelo atendimento de 18 municípios da região Sudeste.
Fonte: G1
Imagens de câmeras de segurança mostram quando Rafael estava na rua e depois caiu no chão. Moradores contaram que ele parecia desorientado, não conseguia falar o que estava sentindo e pedia socorro. Ele também pediu para que os moradores chamassem uma ambulância.
O morador Bruno Savicki Zanetti Mori conversou com o repórter Matheus Albernaz e contou que ligou para a polícia e para o Corpo de Bombeiros pedindo ajuda para Rafael, mas os socorristas disseram não ter viatura disponível para o atendimento. Prints mostram intervalo de cerca de 1h entre uma ligação e outra.
"Eu, particularmente, liguei para a polícia uma vez, para o Corpo de Bombeiros duas vezes; minha esposa ligou uma vez para o Corpo de Bombeiros e os vizinhos ligaram dezenas de vezes. E a resposta sempre foi a mesma: que não tinha viatura, estavam todas em operação e que, quando tivesse uma, eles iam mandar para cá", relatou.
Demora no resgate
Um bombeiro da cidade falou com a reportagem sobre o atendimento no caso de Rafael Vinícius. De acordo com o socorrista, a primeira ligação registrada foi às 22h23.
"Nós tínhamos a ambulância, tínhamos a unidade de resgate. A primeira ocorrência, a primeira ligação que a unidade atendeu, essa unidade de resgate já foi despachada. Então assim, pode ter havido alguma incongruência nessas primeiras ligações. Nós já estamos apurando essas informações, verificando o que realmente aconteceu", disse.
O serviço de socorro disse que, na hora do chamado, as duas únicas ambulâncias do serviço de Catalão estavam fora da cidade para outros atendimentos.
O Samu disse ainda que as duas ambulâncias disponíveis na cidade são responsáveis pelo atendimento de 18 municípios da região Sudeste.
Fonte: G1

