O autor do ataque a tiros que deixou três mortos em Juruti, no oeste do Pará, havia sido preso no dia 3 de julho por agredir e ameaçar de morte a namorada. A informação consta em documentos do processo aos quais a reportagem teve acesso.
Segundo os registros, Willame de Lira Lopes teria utilizado uma faca para agredir e ameaçar a namorada. Durante o episódio, a vítima conseguiu escapar e correu para a rua em busca de ajuda, mas foi perseguida e alcançada pelo agressor.
Ainda conforme o processo, Willame teria ameaçado matar a namorada caso ela acionasse a polícia.
Um dos trechos do documento aponta que, diante do uso da faca e da perseguição à vítima em via pública, medidas cautelares diferentes da prisão poderiam ser consideradas inadequadas e insuficientes para garantir a segurança da mulher.
Na decisão, porém, a Justiça considerou que o acusado era primário, possuía trabalho lícito e havia se comprometido a se afastar da vítima. Com isso, foi concedida liberdade mediante a aplicação de medidas cautelares e a fixação de medidas protetivas em favor da namorada.
Não foi localizada, até o momento, informação de que Frandeilza de Sousa dos Santos, ex-companheira do atirador, possuísse medida protetiva contra ele.
Na noite de sexta-feira (31), Willame atirou contra Frandeilza, contra o atual companheiro dela, Wellington Sousa dos Reis, e contra a própria filha, Maria Luz de Sousa Lopes.
Wellington e Maria Luz não resistiram aos ferimentos. Frandeilza foi socorrida e permanece internada em estado grave.
Após o ataque, Willame atirou contra a própria cabeça e morreu. Ao todo, três pessoas morreram.
A Polícia Civil investiga a dinâmica e as circunstâncias do crime.
Fonte: Giro Portal
Segundo os registros, Willame de Lira Lopes teria utilizado uma faca para agredir e ameaçar a namorada. Durante o episódio, a vítima conseguiu escapar e correu para a rua em busca de ajuda, mas foi perseguida e alcançada pelo agressor.
Ainda conforme o processo, Willame teria ameaçado matar a namorada caso ela acionasse a polícia.
Um dos trechos do documento aponta que, diante do uso da faca e da perseguição à vítima em via pública, medidas cautelares diferentes da prisão poderiam ser consideradas inadequadas e insuficientes para garantir a segurança da mulher.
Na decisão, porém, a Justiça considerou que o acusado era primário, possuía trabalho lícito e havia se comprometido a se afastar da vítima. Com isso, foi concedida liberdade mediante a aplicação de medidas cautelares e a fixação de medidas protetivas em favor da namorada.
Não foi localizada, até o momento, informação de que Frandeilza de Sousa dos Santos, ex-companheira do atirador, possuísse medida protetiva contra ele.
Na noite de sexta-feira (31), Willame atirou contra Frandeilza, contra o atual companheiro dela, Wellington Sousa dos Reis, e contra a própria filha, Maria Luz de Sousa Lopes.
Wellington e Maria Luz não resistiram aos ferimentos. Frandeilza foi socorrida e permanece internada em estado grave.
Após o ataque, Willame atirou contra a própria cabeça e morreu. Ao todo, três pessoas morreram.
A Polícia Civil investiga a dinâmica e as circunstâncias do crime.
Fonte: Giro Portal

