A Justiça concedeu liberdade provisória a Gleidson Iago Souza de Sousa, investigado pela morte de Victor Hugor Rebelo Cruz, de 26 anos, encontrado morto nas águas do Rio Tapajós, na Praia do Cajueiro, em Alter do Chão, distrito de Santarém, no oeste do Pará.
Iago estava preso desde a madrugada do dia 7 de agosto, quando ocorreu o caso. A decisão foi tomada após pedido apresentado pela defesa, formada pelos advogados Igor Célio de Melo Dolzanis e Raimundo Djalma Boaventura Junior.
Segundo a defesa, não havia elementos concretos que justificassem a manutenção da prisão preventiva. Os advogados argumentaram que o investigado é primário, possui residência fixa, ocupação lícita e não apresentaria risco à ordem pública ou à investigação.
Com a decisão, o jovem responderá ao procedimento em liberdade, mediante o cumprimento das medidas cautelares determinadas pela Justiça.
Relembre o caso
Victor Hugor Rebelo Cruz, de 26 anos, foi encontrado morto na manhã do dia 7 de agosto, nas águas do Rio Tapajós, na Praia do Cajueiro, em Alter do Chão.
O corpo foi localizado por populares, que acionaram o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar. A suspeita inicial era de que a morte tivesse acontecido durante a madrugada.
Na ocasião, uma testemunha relatou à polícia que teria flagrado o momento em que Iago puxou Victor para dentro da água. Segundo essa versão, a vítima estaria dormindo após consumir bebida alcoólica.
Iago foi conduzido à 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil para prestar esclarecimentos. Em depoimento, ele negou a acusação e afirmou que havia conhecido Victor naquela mesma noite.
A testemunha que apresentou a versão também foi encaminhada à delegacia para prestar depoimento.
A Polícia Civil passou a investigar as circunstâncias da morte, e a perícia foi solicitada para ajudar a esclarecer o que aconteceu naquela madrugada.
A defesa também solicitou a preservação e a perícia de imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos ao local. Segundo os advogados, as gravações podem contribuir para a reconstrução da dinâmica dos fatos.
O caso continua sob investigação. A liberdade provisória não significa absolvição, e o investigado permanece na condição de suspeito até que as circunstâncias da morte sejam esclarecidas pela investigação e, se for o caso, pelo processo judicial.
Iago estava preso desde a madrugada do dia 7 de agosto, quando ocorreu o caso. A decisão foi tomada após pedido apresentado pela defesa, formada pelos advogados Igor Célio de Melo Dolzanis e Raimundo Djalma Boaventura Junior.
Segundo a defesa, não havia elementos concretos que justificassem a manutenção da prisão preventiva. Os advogados argumentaram que o investigado é primário, possui residência fixa, ocupação lícita e não apresentaria risco à ordem pública ou à investigação.
Com a decisão, o jovem responderá ao procedimento em liberdade, mediante o cumprimento das medidas cautelares determinadas pela Justiça.
Relembre o caso
Victor Hugor Rebelo Cruz, de 26 anos, foi encontrado morto na manhã do dia 7 de agosto, nas águas do Rio Tapajós, na Praia do Cajueiro, em Alter do Chão.
O corpo foi localizado por populares, que acionaram o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar. A suspeita inicial era de que a morte tivesse acontecido durante a madrugada.
Na ocasião, uma testemunha relatou à polícia que teria flagrado o momento em que Iago puxou Victor para dentro da água. Segundo essa versão, a vítima estaria dormindo após consumir bebida alcoólica.
Iago foi conduzido à 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil para prestar esclarecimentos. Em depoimento, ele negou a acusação e afirmou que havia conhecido Victor naquela mesma noite.
A testemunha que apresentou a versão também foi encaminhada à delegacia para prestar depoimento.
A Polícia Civil passou a investigar as circunstâncias da morte, e a perícia foi solicitada para ajudar a esclarecer o que aconteceu naquela madrugada.
A defesa também solicitou a preservação e a perícia de imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos ao local. Segundo os advogados, as gravações podem contribuir para a reconstrução da dinâmica dos fatos.
O caso continua sob investigação. A liberdade provisória não significa absolvição, e o investigado permanece na condição de suspeito até que as circunstâncias da morte sejam esclarecidas pela investigação e, se for o caso, pelo processo judicial.