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Mãe itaitubense relata não encontrar remédio para manter o tratamento da filha
O medicamento é à base de hidroxicloroquina, substância dita pelo presidente americano como eficaz contra o coronavírus; O remédio sumiu das prateleiras.


Kerollem Chrys precisa do Reuquinol para tratamento de doenças incuráveis. (Foto: Reprodução)

Após o presidente americano, Donald Trump, dizer na última quarta-feira (19) que a hidroxicloroquina pode ter eficácia contra o coronavírus, medicamentos que têm essa substância como princípio ativo, como o Reuquinol, sumiram das prateleiras de farmácias, em Itaituba.

Kerollem Chrys, de apenas 12 anos, portadora de Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) e Fibromialgia, começou seu tratamento a base de Reuquinol há cerca de um mês.

Tão logo o medicamento ficou em falta nas farmácias da cidade, pessoas como a pequena Kerollem, que precisam do medicamento ficaram sem estoque. Os comprimidos que ainda restam para a menina, devem durar apenas até quarta-feira (25).

Com isso, Sol Almeida, mãe da pequena Kerollem, fez um apelo em uma rede social, a fim de manter o tratamento da sua filha. Sol pede para as pessoas que compraram os medicamentos sem necessidade, pensando que a substância é eficácia no tratamento do covid-19, repense na atitude e disponibilize o remédio para quem precisa.

 

Em conversa com o Giro, Sol relata que tem medo que a filha volte a sentir dores nos ossos, por conta da falta do remédio, única forma de tratamento para as doenças, já que elas não tem cura.
 

“Meu medo é que ela volte a ter crises sem o remédio, porque como ela também é portadora de Fibromialgia é um sofrimento bem grande, vê-la ter que aguenta todas essas dores diariamente, pois nem uma das duas doenças tem cura só apenas tratamento.”

Segundo Sol Almeida, mãe de Kerollem, a menina foi diagnosticada com a doença no inicio do ano, em Manaus, e há quatro semanas vem fazendo uso do medicamento, que tem se mostrado eficaz no tratamento da pequena. “Ela já melhorou muito depois que começou o tratamento”, finaliza Sol.

Devido ao grande aumento da venda, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu na sexta-feira (20) enquadrar a hidroxicloroquina e cloroquina como medicamentos de controle especial. Dessa forma, entrega ou venda do medicamento nas farmácias e drogarias só poderá ser feita para pessoas com a receita especial, para que uma via fique retida na farmácia e outra com o paciente.

Fonte: Portal Giro


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