COMPORTAMENTO

Primeiro sábado após flexibilização em Itaituba registra grande movimentação
Acidentes de trânsito, denúncias de aglomerações, brigas, esfaqueamentos e até disparos de arma de fogo foram registrados.


Orla de Itaituba. (Reprodução)

O primeiro sábado após a flexibilização em Itaituba foi bastante movimentado e precisou de uma atuação intensa dos órgão de segurança, socorro e saúde do município.

Andressa Silva, profissional da saúde que atua no Serviço Móvel de Urgência (SAMU) e estava de plantão esta noite, relatou ao Giro que a noite de trabalho foi bastante agitada, com ocorrências de acidentes envolvendo carros e motos, atendimentos por agressão e esfaqueamentos. Os profissionais do SAMU ainda precisaram realizar cerca de 10 atendimentos de pessoas com covid-19 e 6 com suspeitas da doença.

Dentre as ocorrências policiais destacam-se: briga no bairro da Paz com aglomeração de pessoas e uso de arma branca; no Residencial Wirland Freire dois esfaqueamentos foram registrados, um deles envolvendo uma menor que esfaqueou um homem, além de invasão de casa motivada por fim de relacionamento; no Jardim Aeroporto o condutor de um carro usou uma arma de fogo para efetuar disparos; no bairro Bela Vista um homem foi espancado a pauladas.

As denúncias por perturbação do sossego alheio também foram muitas, principalmente por uso de som alto.
 

"Todos os órgãos trabalharam em conjunto Policia Militar, SAMU e Corpo de Bombeiros, tentando atender todas as ocorrências, e buscando orientar também por telefone situações que poderiam ser resolvidas em casa, a fim de diminuir o número de pessoas dentro das unidades de saúde." afirmou Andressa.

A maioria dos casos de aglomerações e pertubação do sossego ocorrem em bairros mais afastados da cidade.
 

"Muitos estão se achando "heróis da imunidade" não contraem doenças, seja ela COVID19 ou outras comorbidades, e isso tem dificultado o trabalho de prevenção.(...) Temos tido dificuldade de orientar adolescentes, alguns adultos também ainda tem se mostrado resistentes às orientações, e o que está acontecendo é o aumento de casos e o estresse nos profissionais de todas as áreas, seja nas clínicas, na UTI, na Unidade Básica de Saúde, na UPA, na Vigilância Epidemiológica, o esgotamento físico e psicológico tem chegado para todos." finalizou Andressa Silva.

Fonte: Portal Giro




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