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Jacareacanga adere campanha ‘Agosto Lilás’ de combate a violência contra a mulher
A programação deste ano será desenvolvida de forma online devido à pandemia de covid-19.




(Foto: Reprodução)

O mês de agosto foi escolhido para conscientização sobre a violência contra a mulher e também de ampla divulgação dos direitos femininos, além de ser o mês em que a Lei Maria da Penha completa 14 anos de aprovação. Em Jacareacanga, a Prefeitura divulgou na última sexta-feira (7), que o município aderiu à campanha ‘Agosto Lilás’.

A Campanha é coordenada pela Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), por meio da equipe técnica do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS).

Neste ano, em razão da pandemia do Covid-19 e da necessidade do distanciamento social, as ações de conscientização serão em formato virtual com postagens em redes sociais e com realização de debates sobre o tema na rádio da cidade, que busca a sensibilização sobre a questão da violência contra a mulher, alertando para os altos índices de crimes e atos hostis contra o público feminino.

Programação será online. (Foto: Divulgação)

“Estudos mostram que o Brasil ocupa o quinto lugar no mundo, no ranking de violência doméstica, e que a situação de isolamento social, devido à pandemia tem potencializado os casos de violência contra as mulheres em todo o mundo. Com isso, a campanha Agosto Lilás é mais uma forma de levar informação às mulheres, como forma de ajudá-las a romper o ciclo de violência, e de trazer maior visibilidade sobre o assunto para toda a sociedade Jacareacanguenses,” informou a Semas.

Tipos de violência


A Secretaria Municipal de Assistência Social tem reforçado as discussões sobre a campanha neste mês e listou quais os tipos de violência mais comuns sofrido pela mulher:
Física: quando o agressor pratica qualquer ato que prejudique a saúde física ou a integridade do corpo da mulher;

Psicológica: pode ser emocional ou verbal e consiste em atitudes e ações que causem mal-estar e sofrimento psicológico à mulher;

Sexual: ações em que a mulher é forçada à prática sexual ou outros atos libidinosos, mediante ameaças, agressões ou qualquer outro meio que comprometa o livre consentimento;

Patrimonial: são aquelas práticas não legais ou não éticas que causem à mulher prejuízos em seus direitos patrimoniais;

Moral: se dá quando a mulher é insultada em sua moral, quando sofre qualquer conduta que configure calúnia, injúria ou difamação praticada pelo agressor.

Fonte: Portal Giro


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