CULTURA E ARTE

​Artistas e promotores de eventos pedem fechamento total do comércio de atividades não essenciais em Itaituba
A classe pede que todo o comércio não essencial “seja totalmente fechado”, pois o fechamento apenas de bares e casas noturnas, indica que esses segmentos são “os únicos que transmitem e fazem o vírus circular”.


Reunião de artistas, promotores de eventos e pessoas ligadas à classe. (Foto: Rubson Vieira/Portal Giro)

No início da noite desta quinta-feira (21), profissionais e empresários ligados à classe de serviços não essenciais, reuniram-se para debater o fechamento total dos serviços da classe no município de Itaituba.

A reunião ocorreu um dia após o governador Helder Barbalho, baixar um novo decreto proibindo festas, bares e shows, em todo território do Pará. Porém, deixando de fora restaurantes, onde podem funcionar até às 00h.  A medida passou a valer nesta quinta (21), após divulgação no Diário Oficial do Estado e, pegou todos de surpresa.

Felipe Marques, vereador e promotor de eventos no munícipio. (Foto: Rubson Vieria/Portal Giro)
 

“Fecharam apenas bares e casas noturnas, isso faz nós sermos taxado como o único que faz o vírus circular. E essa não é essa a realidade. [...] A gente não tá querendo voltar, queremos sim se manter (o comércio) fechado, mas que queremos também que isso seja generalizado. Ficando aberto apenas serviços essenciais, os não essenciais que sejam todos fechados”, afirma Felipe Marques, promotor de eventos e vereador no município.


Para a classe de profissionais em Itaituba, o decreto assinado pelo governo do estado deve ser aplicado para todos que trabalham com serviços não essenciais, assim respeitando a todos os profissionais e a própria sociedades, que vive um momento delicado nesta pandemia.
 

“A gente entende que o momento é crítico, que é um momento de pandemia e, ao contrário do que as pessoas pensam, estamos se mobilizando não para abrir. [...] Nossa briga e para que pare os outros serviços não essenciais, eles também transmitem o vírus e fazem o vírus circular”, relata Felipe Marques, em nome da classe.


A reunião colocou em pauta também a questão da fiscalização para que esse decreto possa ser cumprido. Para o cantor Mauro é preciso que Itaituba tenha uma fiscalização mais rigorosa. “Somos a favor da vida, se é para fechar os segmentos não essenciais, que se feche tudo, todos os segmentos não essenciais, e fiscalize”.

De acordo com representantes da classe, todas as demandas apresentadas na reunião serão levadas para o prefeito Valmir Climaco, mas caso se preciso levarão também ao governo do estado. “Precisamos é que essa categoria seja ouvida”, afirma Felipe.

Fonte: Portal Giro
 
 


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