INCÊNDIO

Incêndio em supermercado de Novo Progresso pode ultrapassar a casa dos 5 milhões de reais em prejuízo
Segundo funcionários, o estabelecimento não tinha seguro e não existia um sistema de combate a incêndio.




O incêndio tomou conta do supermercado em poucas horas.

Forro PVC arrancado, depósito ainda com resquícios de chamas, caminhão pipa do lado de fora jogando água para conter o fogo, esse foi o cenário desta manhã de quarta-feira (5), no local onde funcionava o maior supermercado de Novo Progresso, a Castanha.

Era por volta das 20h30 da noite de terça-feira (4), quando o fogo começou e populares começaram a postar nas redes sociais. Em poucos minutos as chamas se alastram e ganharam grandes proporções. Sem contar com a brigada do Corpo de Bombeiros, funcionários, voluntários, caminhões-pipa e uma escavadeira (PC) realizaram o trabalha de combate ao fogo, no qual durou mais de 3 horas.
 
Estabelecimento após o incêndio. (Foto: Reprodução)

Durante o incêndio, a concessionária de energia suspendeu a energia elétrica do mercado por questões de segurança, e segundo relatos de populares, na medida em que o fogo aumentava, barulhos de explosões podiam ser ouvidos. Durante o incêndio, um gerador de energia com estoque de 1000 (mil) litros de combustível foi removido a tempo com uso da PC. O fogo só foi contido na madruga desta quarta-feira (6).

Ainda na manhã de hoje, funcionários e voluntários trabalhavam no sentido de recuperar mercadorias. Em frente o mercado, inúmeros caminhões encostavam para recolher o que sobrou.

A mercadoria que não queimou ficou prejudicada, o forte calor do fogo carbonizou muitos produtos nas prateleiras, o prejuízo pode ultrapassar a casa dos 5 milhões de reais.

Destroços deixados pelo incêndio. (Foto: Reprodução)

Causa

As causas reais do incêndio ainda esta sendo apurada, mas, um funcionário do estabelecimento que pediu para não ter o nome divulgado, contou que uma das causas do incêndio, pode ter sido o sistema elétrico no setor do açougue, que fica próximo ao depósito de mercadorias. “Tinha muita fiação exposta”, comentou.

Mercadorias destruídas no incêndio. (Foto: Reprodução)

Funcionários ligados à direção do supermercado, disseram que o estabelecimento não tinha seguro e não existia um sistema de combate a incêndio. As normas vigentes exigem que para obter a licença de funcionamento a necessidade de um laudo do orgão competente, no caso o Corpo de Bombeiros.

Ezequiel Castanha, dono do supermercado estava acompanhando os trabalhos em frente da empresa, cercado por populares, e não quis comentar com a imprensa sobre o ocorrido.

Momento em que as chamas tomavam de conta do supermercado.




Fonte: Portal Giro com informações do Folha do Progresso

 


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