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​Santareno é convocado para o Mundial de Canoagem Oceânica na Espanha, em julho
Hiel Gesã é um dos destaques do estado na modalidade. Experiente, acumula várias competições e a conquista de 16 títulos brasileiros. O Pará também terá representante na categoria feminina.


De Santarém, oeste do Pará, Hiel Gesã tem 16 títulos brasileiros e foi convocado pelo 1º lugar no Campeonato Brasileiro, em Ilha Bela.

Hiel Gesã e Lorena Jacob foram convocados pela Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) para disputar o Campeonato Mundial de Canoagem Oceânica, entre os dias 4 a 6 de julho de 2021, na cidade de Lanzarote, na Espanha. Os paraenses têm o incentivo do Programa Bolsa Talento da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel).

Natural de Santarém, no Baixo Amazonas, Hiel é um dos destaques do estado na modalidade. Experiente, acumula várias competições e a conquista de 16 títulos brasileiros. Pela categoria Máster D, a convocação dele resulta da participação do atleta no Campeonato Brasileiro, etapa única, em Ilha Bela, São Paulo, em que Hiel Gesã arrematou o 1º lugar.
 

“Uma alegria muito grande e também uma confirmação de que nosso trabalho e dedicação estão valendo a pena. A convocação para um mundial é a prova de que o trabalho e os treinos estão dando resultado”, frisou Hiel Gesã.

Já Lorena é da capital paraense, Belém, e na mesma competição que Hiel, faturou o segundo lugar na categoria Máster B. Cabe ressaltar que a convocatória é feita por meio de uma análise da confederação e os três primeiros de cada categoria são chamados.

Lorena Jacob. (Foto: AG/PA)

Lorena Jacob avalia sua convocação como um estímulo para que mais jovens e pessoas de todas as idades pratiquem a canoagem
 

“Receber a convocação em um período pandêmico, me trouxe uma felicidade imensa, no sentido de reforçar que estou no caminho certo e que tenho que continuar treinando. Uma convocação como esta, me coloca em um patamar de ter a missão de estimular os jovens e as pessoas de todas as idades a gostarem do esporte como algo educacional, que torna o ser melhor e competitivo de forma saudável”, conta Lorena.

O Pará é cortado por uma extensa rede de rios. O Rio Tapajós, no Baixo Amazonas, e a Baía do Guajará, na frente de Belém, são locais em que os atletas praticam a canoagem, e são ambientes diferentes das oscilações do mar.

“A água do rio é muito pesada e aqui temos uma Baía, temos interferência de vento e maré, o que acaba trabalhando muito força e intensidade nas remadas. Chegamos no mar com potencial de força muito grande, isso nos coloca em outro nível”, detalha Lorena Jacob.
 

“Essa que é a grande diferença de treinar em água doce, observei, nesses vários anos de canoagem, que a gente se prepara mais remando e treinando na água doce, por ser mais densa que a salgada”, endossou o canoísta Hiel Gesã.

Fonte: Portal Giro, com informações Agência Pará

 


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