A operadora telefônica Vivo deve anunciar, nos próximos meses, uma parceria estratégica com a Starlink para oferecer acesso à internet via satélite. As empresas já realizavam testes da tecnologia D2D (Direct to Device), que permite conexão direta entre satélites e dispositivos móveis compatíveis.
A tecnologia de Direct-to-Device (D2D) permite que o smartphone se conecte diretamente a um satélite, sem necessidade de antenas externas. A maioria dos aparelhos premium e vários produtos intermediários dos últimos anos já são compatíveis com a função. Para que ela funcione corretamente, é necessário que não haja obstáculos entre o telefone e o satélite no espaço.
Nos últimos dias, clientes relataram que a rede da Starlink passou a aparecer com mais frequência nos aparelhos, inclusive com a identificação "Vivo Starlink".
Em julho, o site especializado TeleSíntese informou que Vivo e SpaceX, empresa responsável pela Starlink, estavam em negociação para viabilizar a oferta da tecnologia no Brasil. Segundo informações publicadas pelo Tecnoblog, as empresas estariam agora próximas de avançar para a formalização do acordo e o início da oferta do serviço.
A aproximação entre Vivo e Starlink foi viabilizada por um sandbox regulatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O mecanismo flexibiliza temporariamente algumas exigências regulatórias durante a fase de testes, permitindo que as empresas avaliem o funcionamento da tecnologia, coletem dados e estruturem uma eventual operação comercial.
Os detalhes do acordo entre Vivo e Starlink são mantidos em sigilo. Não foi divulgado informações, se a operadora brasileira vai liberar o serviço sem custo adicional, provavelmente para clientes dos planos mais caros, ou se irá cobrar uma taxa similar à de roaming em outros países.
Fonte: Tecnoblog
A tecnologia de Direct-to-Device (D2D) permite que o smartphone se conecte diretamente a um satélite, sem necessidade de antenas externas. A maioria dos aparelhos premium e vários produtos intermediários dos últimos anos já são compatíveis com a função. Para que ela funcione corretamente, é necessário que não haja obstáculos entre o telefone e o satélite no espaço.
Nos últimos dias, clientes relataram que a rede da Starlink passou a aparecer com mais frequência nos aparelhos, inclusive com a identificação "Vivo Starlink".
Em julho, o site especializado TeleSíntese informou que Vivo e SpaceX, empresa responsável pela Starlink, estavam em negociação para viabilizar a oferta da tecnologia no Brasil. Segundo informações publicadas pelo Tecnoblog, as empresas estariam agora próximas de avançar para a formalização do acordo e o início da oferta do serviço.
A aproximação entre Vivo e Starlink foi viabilizada por um sandbox regulatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O mecanismo flexibiliza temporariamente algumas exigências regulatórias durante a fase de testes, permitindo que as empresas avaliem o funcionamento da tecnologia, coletem dados e estruturem uma eventual operação comercial.
Os detalhes do acordo entre Vivo e Starlink são mantidos em sigilo. Não foi divulgado informações, se a operadora brasileira vai liberar o serviço sem custo adicional, provavelmente para clientes dos planos mais caros, ou se irá cobrar uma taxa similar à de roaming em outros países.
Fonte: Tecnoblog

